Exclusividade no fornecimento de livros e cadernos

9 de julho foi um dia histórico para a indústria gráfica. Reunião da ABIGRAF com os ministros Mauro Borges (MDIC), José Henrique Paim (MEC) e o presidente do FNDE, Romeu Weliton Caputo, encaminhou favoravelmente para o setor a adoção de medidas que coíbem a importação de livros e cadernos para distribuição pública. Editoras de livros e fornecedores de kits escolares já foram alertados para as novas exigências, que irão constar nos próximos editais publicados. Segundo compromisso assumido pelos ministérios acima citados, dentro em breve, apenas fornecedores brasileiros poderão produzir livros para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e tanto os livros quanto os cadernos que compõem os kits escolares deverão ser acompanhados de declaração atestando que foram impressos em papel certificado (Cerflor ou FSC). As editoras também ficarão responsáveis por emitir, ao final de cada fornecimento anual, listagem das gráficas responsáveis pela impressão, com respectivas quantidades e identificação dos lotes. Avalia-se ainda a possibilidade de tornar obrigatória a impressão do CNPJ da gráfica nos volumes.