Um ano histórico para a indústria gráfica brasileira

O Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP) vive hoje um dia marcado por realizações. Além de anfitrião e organizador do I Encontro Nacional de Sindicatos da Indústria Gráfica, à noite, no Espaço Fiesp de Eventos, celebra seus 90 anos de existência em comemoração que incluirá a posse de sua nova diretoria para o triênio 2013/2016 e a apresentação do selo criado pelos Correios para homenagear a entidade.
O Encontro tem confirmada a presença de mais de trinta presidentes de sindicatos da indústria gráfica de todo o País, além de vários representantes de regionais da Associação Brasileira da Indústria Gráfica. A pauta inclui a apresentação de painéis sobre perspectivas econômicas do setor, planejamento estratégico sindical e negociações coletivas. “É a primeira vez que uma entidade de classe representativa de um único segmento econômico organiza um evento dessa magnitude com o objetivo de capacitar as lideranças do setor para aprimorar a gestão dos seus sindicatos ”, constata Fabio Arruda Mortara, presidente do Sindigraf-SP.
Ele lembra que os sindicatos têm de estar preparados para ser um ponto de apoio efetivo às empresas afiliiadas diante do cenário adverso que a indústria gráfica atravessa hoje. Em busca da reconquista de sua competitividade, em julho último, as entidades do setor – então capitaneadas pela Abigraf Nacional – já haviam publicado um Manifesto à Nação.
A indústria gráfica brasileira reúne 20 mil empresas, a maioria pequena e micro, geradoras de 220 mil empregos diretos e faturou R$ 44 bilhões em 2012. Altamente capilarizado, o setor tem em São Paulo seu maior polo, com cerca de 7 mil indústrias, que empregam 90 mil trabalhadores e tiveram, no último ano, faturamento de R$ 18 bilhões.

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